19 August 2017

AVENIDA SUSHICAFE

Quem gosta de Sushi que levante a mão! Pois bem, no passado Domingo fui visitar o Avenida SushiCafé (se bem se lembram dos stories que fiz no Instagram). Atrevo-me a dizer que foi das melhores experiências que tive.



O espaço, que foi recentemente remodelado, está divido em quatro diferentes zonas (a esplanada, a zona Japonesa, a zona ondular, e o bar), todas elas com uma ligação entre si mas com mood ligeiramente diferentes e que se adaptam bem a diversos públicos.
Confesso que o que mais me fascinou foi sem dúvida a comida, ou não fosse eu uma verdadeira foodie. Se há coisa que gosto é quando sentimos que a comida é confecionada com dedicação e amor, e aqui senti isso. Desde a apresentação, aos sabores, até à forma como o chef nos explicou o porquê de cada prato (sim, tive o privilégio de falar com o chef Carlos Mateus que nos apresentou e explicou o conceito de todos os pratos). Nós no final até brincamos e dissemos que nos tinha arruinado completamente a nossa experiência com sushi, de tão boa que foi.


A nossa aventura começou com um Tuna Foie, gunkan de atúm com foie e cebola roxa caramelizada, e não podia ter começado melhor. Acho que era capaz de comer isto todos e dias, sem me queixar. Seguidamente experimentamos o Kuro Ceviche, composto por vários peixes, puré negro de batata doce, rice chips e ikura e passamos para o Ebi Roll, camarões enrolados em massa crocante, salmão e molho sweet chilli, que foi talvez dos meus pratos favoritos. E quando pensávamos que não podia ficar melhor, surge o Himalayan salt rock sashimi, chutoro com cebola caramelizada, kizami wasabi, e maracujá sobre pedra de sal rosa dos Himalaias. Como sugestão do chef, deixámos uma das peças repousar mais tempo para sentirmos a diferença no sabor, por culpa da pedra de sal. Simplemente DI-VI-NAL!


 Entretanto não pensem que aqui só se come peixe, experimentamos também o Wagyu Truffle, tataki de vazia de wagyu com trufa e tempora de shimeji, e não desiludiu. Aliás, eu não sou fã de cogumelos, trufas e familiares e até que gostei bastante deste prato. Foi talvez dos que mais me surpreendeu.
Mas calma que não ficamos por aqui. Quase a finalizar, Black Cod, ou não estivéssemos nós em Portugal. Bacalhau negro do Alasca com miso, migas de frade e ervilha de quebrar, que fez o meu rapaz comer sem se queixar (ele não é propriamente fã de bacalhau). E agora sim, como prato final (antes das sobremesas), Otsukuri. Um prato inspirado nos jardins japoneses constituído por sashimi de peixes variados e outros da nossa costa, sobre gelo. Para acompanhar todos os pratos, a melhor sangria que alguma vez bebi: Sangria de Sake.


E agora sim, para finalizar: sobremesas. Porque uma aventura destas não podia acabar sem um docinho (ou dois) no fim. As escolhidas foram, Kabotcha Cheesecake (que conquistou o meu coração), cheesecake de doce de abóbora e canela, com pevides crocantes, e um Sundae Miso, um gelado de nata com caramelo de miso, crumble de oreo e biscoito de waffle


O preço médio por pessoa é de 35€, e embora não seja um preço acessível a qualquer carteira, não deixa de ser algo justo tendo em conta a qualidade dos produtos usados na confecção de todos os pratos. 

Morada: Rua Barata Salgueiro, 28, 1250-044 Lisboa

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